Conheça os detalhes da pesquisa Febraban sobre tecnologia bancária

Qual é o estado da tecnologia bancária brasileira? Anualmente, a Febraban divulga os dados sobre o tema na Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária.

O estudo é um importante resumo de como os negócios do setor estão se comportando, quando falamos de investimentos em novas tendências. Os dados divulgados, ao longo de 26 edições, são fundamentais para que bancos e profissionais do setor possam compreender tendências, e o modo como a TI influencia no ambiente de negócios da área.

Quer saber mais sobre o tema? Então, veja abaixo os principais detalhes da pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária!

O que é a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária?

A Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária é um estudo realizado com as principais empresas da área e que busca traçar uma visão geral sobre como cada companhia pretende, ao longo dos próximos anos, desenvolver, explorar, aprimorar e aplicar novas soluções de TI no seu dia a dia.

Em outras palavras, essa pesquisa auxilia na identificação de como as instituições financeiras pretendem ou estão utilizando a tecnologia para aprimorar os seus serviços. Tudo com o objetivo de tornar o pacote de serviços do negócio mais robusto, prático, seguro e cômodo para os seus correntistas.

Quais insights a pesquisa traz?

A Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária aponta, logo em suas primeiras páginas, o papel de vanguarda que a tecnologia tem para os bancos brasileiros. As nossas instituições financeiras utilizam, há décadas, a TI como uma forma de evitarem erros, serem mais confiáveis, tomarem decisões capazes de evitar riscos e otimizar os seus processos. Veja abaixo os principais pontos!

Aumento dos investimentos e gastos com tecnologia bancária

O investimento em TI ganhou um papel de destaque no ambiente financeiro. Em 2017, por exemplo, os investimentos e as despesas com TI passaram por um aumento de 5%, atingindo a marca de R$ 19,5 bilhões.

Boa parte desses recursos foram direcionados para a aquisição e o licenciamento de softwares. Se tiramos as despesas da conta, os gastos com novos investimentos atingiram a cifra de R$ 6 bilhões, um valor 13% maior do que o ano anterior e o maior desde 2014.

Uso disseminado do mobile banking

O internet banking levou serviços bancários, como a transferência entre contas e o pagamento de boletos, para a residência dos consumidores. Com a transformação digital, o mobile banking passou a ser uma das principais formas de uso de serviços bancários. Hoje, existem mais de 59 milhões de contas ativas nesse canal.

O número é semelhante ao das contas de internet banking. A quantidade de contas abertas por mobile, em 2017, é quatro vezes maior que os dados de 2016: 1,6 milhão de contas.

Adoção da tecnologia para se aproximar de consumidores

Ter uma relação profunda com consumidores é algo crítico para instituições financeiras. Bancos devem sempre estar atentos a esse detalhe, pois uma presença no dia a dia dos clientes auxilia no aumento das receitas e na fidelização do correntista.

Por isso, a pesquisa da Febraban também aponta a necessidade de bancos utilizarem a TI para se aproximarem do seu público-alvo. Ou seja, é necessário investir em operações com mais apoio nos meios digitais, especialmente os que envolvem dispositivos mobile. Isso cria uma experiência prática e rápida para o correntista, além de dar mais disponibilidade aos serviços da empresa.

Por isso, os serviços devem ser reestruturados para serem mais acessíveis nos aparelhos mobile. Além disso, o banco deverá utilizar a análise de dados para compreender o comportamento e o perfil de seus correntistas. Assim, é mais fácil otimizar serviços e garantir a qualidade necessária para competir no século XXI.

Investimentos em novas tendências

O uso da tecnologia para enriquecer a experiência do consumidor também passa pela adoção de novas tendências. A maior parte das instituições que participaram do questionário apontaram a necessidade de utilizar as novidades do setor para enriquecer a qualidade dos seus serviços e o seu nível de inovação.

Isso passa por uma série de tendências. A inteligência artificial, a computação cognitiva e o uso de dados, com o BI e o Big Data, são alguns pontos que estão no topo dos investimentos de 80% dos bancos. Há, também, o investimento em NFC (55%), blockchain (75%) e na Internet das Coisas (45%).

Elas impulsionarão novos serviços, além de um ambiente de trabalho mais integrado e inteligente. Também, utilizando essas ferramentas, será possível evitar riscos, criar processos mais alinhados com as demandas do consumidor e reduzir custos sem comprometer as operações do negócio.

A expansão das agências digitais

A pesquisa também aponta um crescimento das agências digitais. Em 2017, o número de agências era de 373, quatro vezes maior do que o registrado no ano anterior. Isso é um claro reflexo da mudança de hábitos de clientes e do perfil do consumidor.

Qual é a importância da pesquisa da Febraban para os profissionais da área?

A tecnologia já está em todos os setores do ambiente corporativo. Hoje, graças à TI, temos facilidade para criar rotinas mais conectadas, integradas e flexíveis. Seja em smartphones, tablets ou laptops, podemos acessar soluções que reduzem prazos e garantem a capacidade de trabalho em qualquer local.

No setor bancário, não é diferente. Soluções de TI se tornaram fundamentais para que bancos fossem mais ágeis, precisos e inteligentes no atendimento a seus consumidores. Além disso, a transformação digital auxiliou as empresas desse ramo a serem mais dinâmicas e preparadas para lidar com as demandas do mercado.

Nesse cenário, a pesquisa da Febraban é um importante meio de conhecer as tendências do setor. Com ela, gestores podem identificar os tipos de investimentos realizados pelas principais companhias da área, avaliar modos mais eficientes de se posicionar no mercado e encontrar caminhos para estruturar as operações de modo mais moderno e competitivo.

Em outras palavras, pesquisas como a da Febraban são importantes para conhecer como a tecnologia bancária está evoluindo. Assim, profissionais da área conseguirão realizar investimentos de maior impacto e que sejam capazes de criar as bases para uma prestação de serviços mais robusta, moderna e alinhada com as demandas do público-alvo da companhia.

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